Caderno AULP nº 4

Caderno AULP nº 4

Caderno AULP nº 4

Livro do Banco Mundial e da UNESCO sobre o “Ensino Superior nos Países em Desenvolvimento. Perigos e Esperanças”.

A AULP publicou em Língua Portuguesa, com autorização do Banco Mundial e em reserva de direitos para a língua portuguesa, este importantíssimo relatório produzido por um Grupo de Trabalho especial da UNESCO e do Banco Mundial que reuniu alguns dos mais credenciados peritos em educação a nível mundial.

neste trabalho são divulgadas análises e recomendações que visam estabelecer ou reforçar estratégias para apoiar os sistemas de Ensino Superior dos países que aspiram a melhor qualificar os seus cidadãos e melhorar os respectivos níveis de bem-estar e de desenvolvimento.

 

Disponibilidade: Disponível
Preço: 15€

Caderno AULP nº 4

Caderno AULP nº 3

Caderno AULP nº 3

Princípios e Práticas da Gestão Estratégica nas Universidades

Este terceiro volume dos Cadernos AULP divulga um documento escrito pelo Professor Doutor Pierre Tabatoni, antigo Administrador e Chanceler das Universidades de Pria-Dauphine e pelo Professor Doutor Andris Barblan, Secretário Geral da Associação Internacional de Universidades, em que os autores partilham a sua experiência como avaliadores das instituições universitárias, discutindo ideias evocadas pela gestão estratégica e a lógica da sua utilização pelos Reitores com vista ao pleno desenvolvimento das universidades.

 

Disponibilidade: Disponível
Preço: 10€

Caderno AULP nº 4

Caderno AULP nº 2

Caderno AULP nº 2

Novas Tecnologias no Ensino e na Aprendizagem: Guia de Estratégias para as Universidades

A publicação do nº 2 dos cadernos é fruto de uma cooperação com a Associação das Universidades Europeias.

Este trabalho está englobado no projecto de Reestruturação do Ensino Superior, pretendendo-se contribuir para abrir, nos países de língua portuguesa, um espaço de reflexão e debate sobre o futuro do Ensino Superior e do seu papel no desenvolvimento dos países do espaço lusófono.

Disponibilidade: Disponível
Preço: 10€

Caderno AULP nº 4

Caderno AULP nº 1

Caderno AULP nº 1

Tradução para português da Declaração de Glion

“A Universidade no Limiar do Milénio”, constitui uma publicação elaborada por 20 universitários.

Aborda em detalhe as novas perspectivas de desenvolvimento da Universidade do século XXI.

Trata-se, neste caso, fundamentalmente de um contributo para a discussão dos problemas que afectam o ensino superior.

Disponibilidade: Indisponível

Caderno AULP nº 4

Prémio Fernão Mendes Pinto (Edição 2014)

Prémio Fernão Mendes Pinto (Edição 2014)

O vencedor do Prémio Fernão Mendes Pinto 2014 é Fátima da Cruz Rodrigues, com a dissertação de doutoramento em Sociologia, no curso de Pós-Colonialismos e Cidadania Global,“Antigos Combatentes africanos das forças armadas portuguesas. A guerra colonial como território de (re)conciliação”.

Entre 1961 e 1974, nas guerras que marcaram os últimos anos da longa presença colonial portuguesa em África, Portugal recrutou milhares de soldados africanos para as suas Forças Armadas.

Este trabalho procura compreender como esses antigos combatentes das Forças Armadas Portuguesas (FAP) que lutaram nessas guerras contra os movimentos de libertação e que, entretanto, vieram residir para Portugal, interpretam os seus percursos de vida. Nesse sentido, a pesquisa recorreu, predominantemente, às narrativas biográficas oferecidas pelos próprios antigos combatentes africanos das FAP, mas percorreu também outros registos e fontes tais como arquivos históricos, memórias e testemunhos de muitos antigos combatentes não africanos da Guerra colonial, e diversos encontros de rememoração da Guerra.

O ponto de partida deste trabalho resumiu-se a uma interrogação aparentemente simples: quem são estes antigos combatentes africanos das FAP que residem em Portugal?

A resposta encontrada foi: estes são homens que procuram um lugar onde possam ser reconhecidos como aquilo que são, que podem ser e que querem ser na Angola, no Moçambique, na Guiné-Bissau e no Portugal pós-coloniais.

Para muitos dos antigos combatentes africanos das FAP que colaboraram com este trabalho, esse lugar que procuram é a interpretação que oferecem na Guerra. Uma interpretação segundo a qual a Guerra é um lugar outro no Portugal pós-colonial. Esse lugar é o da Guerra como um território de (re)conciliação. Uma conclusão pouco provável, quando sabemos que a Guerra é um território de devastação, e um lugar de transformação ontológica sem retorno. Mas, na verdade, é esta a conclusão deste trabalho, que escolheu olhar a Guerra partindo do ponto de vista dos antigos combatentes africanos das FAP.

A dissertação”Antigos Combatentes africanos das forças armadas portuguesas. A guerra colonial como território de (re)conciliação”, da Universidade de Coimbra, foi publicada pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, conforme regulamento.

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