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AULP participa no Encontro Nacional da Juventude 2015

AULP participa no Encontro Nacional da Juventude 2015
Fonte: 
Gabinete de Comunicação da AULP, Portugal, 2016-03-11

A Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril recebeu entre 30 de outubro de 1 de novembro de 2015 o Encontro Nacional de Juventude, organizado pelo Conselho Nacional de Juventude (CNJ), que contou com a presença de mais de 300 estudantes portugueses.

Durante os 3 dias de Encontro decorreram 8 grupos de trabalho, 13 workshops e 4 momentos culturais. Estiveram presentes 17 youth workers, 18 voluntários, 42 jovens artistas, 25 oradores e 75 organizações, entre as quais a Associação das Universidades de Língua Portuguesa esteve presente através da participação da mestranda Pandora Guimarães, diretora do Gabinete de Comunicação da AULP, que participou no grupo de trabalho sobre “Mobilidade na União Europeia e na Comunidade de Países de Língua Portuguesa”. Nesse grupo de trabalho estiveram também presentes o Professor Doutor António Cunha, Reitor da Universidade do Minho e Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), o Professor Doutor Joaquim Ramos de Carvalho, Vice-Reitor da Universidade de Coimbra, e ainda a Professora Doutora Constança Urbano de Sousa, Professora do Departamento de Direito da Universidade Autónoma de Lisboa.

O contributo da AULP no referido grupo de trabalho foi no sentido de dar a conhecer o seu trabalho associativo e mostrar de que forma a AULP contribui para a mobilidade de alunos, docentes e investigadores dos países de língua oficial portuguesa e Macau.

Outros grupos de trabalho que decorreram durante o ENJ2015 debruçaram-se sobre os seguintes temas: saúde juvenil e boas práticas ambientais; novas formas de participação, modelos de governação e lei do associativismo; discriminações e igualdade de oportunidades; educação para a cultura e empreendedorismo cultural e criativo; educação para a cidadania e o papel da escola na formação do indivíduo e para a integração no mercado de trabalho; o reconhecimento e a validação da educação não formal e do youth work; emprego de qualidade e empreendedorismo jovem.

Fruto das discussões que decorreram nos grupos de trabalho, surgem várias recomendações dentro dos vários temas, a que o Conselho Nacional de Juventude compromete-se a entregar aos interlocutores políticos. Algumas das recomendações resultantes do ENJ2015: Assuntos Sociais: Na área das discriminações e igualdade de oportunidades, houve propostas de regulamentação da comunicação social no que concerne à perpetuação de estereótipos e preconceitos, e à pluralidade e visibilidade de grupos marginalizados e discriminados.

Saúde: Criação de unidades de saúde integradas nas universidades com o objetivo de promover a saúde e a prevenção de doenças.

Educação: Maior acompanhamento dos jovens por psicólogos, professores e funcionários, com o objetivo de garantir a cada aluno um acompanhamento mais próximo e individual, não só psicossocial, mas também pedagógico.

Educação Não Formal: Parcerias entre associações e escolas para a promoção da ENF, e de criação de espaços municipais de promoção da ENF (promoção de atividades, etc.).

Emprego: Combate à precariedade na legislação laboral por um lado, e fomento do empreendedorismo por outro, nomeadamente através da introdução de workshops que incrementem a autoconfiança, a criatividade, a inovação, o relacionamento interpessoal e a iniciativa no plano curricular das escolas.

Mobilidade na União Europeia e na Comunidade de Países de Língua Portuguesa: Criação de um modelo uniforme para apresentar, esclarecer e motivar os/as universitários/as para programas de mobilidade.

Novas formas de participação e Associativismo juvenil: Participação de representantes das associações juvenis nos espaços de decisão onde são definidas as prioridades para financiamento na área da juventude, elegendo representantes das associações (de base local, regional e nacional) para que tenham voz ativa nesses espaços.

Cultura e Criatividade: Sinalizar a cultura como setor estratégico para o desenvolvimento económico e social, mas também tornar a cultura, arte e criadores, mais presentes no dia-a-dia nos contextos educativos, quer a nível dos conteúdos pedagógicos, quer a nível de orientação profissional.

Depois de três dias de reflexão, os grupos de trabalho debateram as suas conclusões num formato de World Café com os deputados Joana Barata Lopes (PSD), João Torres (PS), Luís Monteiro (BE), e Rita Rato (PCP), e representantes do IPDJ, Erasmus+, Câmara Municipal de Cascais e CPLP. As recomendações foram ainda apresentadas na Sessão de Encerramento, que contou com intervenções finais de Catarina Marques Vieira, da Câmara Municipal de Cascais e Joana Branco Lopes, Presidente da Direção do CNJ.