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Instituto Politécnico de Portalegre reconhece Exame Nacional do Ensino Médio no Brasil

Instituto Politécnico de Portalegre reconhece Exame Nacional do Ensino Médio no Brasil
Fonte: 
Gabinete de Comunicação da AULP, Portugal, 2016-03-11

O Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) assinou um acordo a 8 de outubro que permite reconhecer oficialmente o exame nacional do ensino médio do Brasil (ENEM) - equivalente ao ensino secundário em Portugal - para ingresso nos seus cursos de licenciatura.

O reconhecimento do ENEM como habilitação automática de acesso de estudantes brasileiros aos cursos de licenciatura do IPP foi oficializado através da assinatura de um acordo específico para o efeito com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), entidade governamental que supervisiona o acesso
ao ensino superior no Brasil.

O acordo foi assinado pelo presidente do IPP que se deslocou a Brasília acompanhado pelo coordenador de Relações Externas e Cooperação, para esse fim específico, conforme exigido pelo INEP.

O IPP passou, assim, a ser uma das 8 únicas instituições de ensino superior portuguesas a reconhecer, de forma oficial, o ENEM como habilitação de acesso às suas licenciaturas. A instituição espera, por essa via, ser capaz de atrair mais estudantes brasileiros para um ciclo completo de estudos.

Atualmente, já frequentam o IPP estudantes de várias zonas do mundo, ao abrigo do recém-aprovado estatuto do estudante internacional, constituindo agora esta possibilidade devidamente oficializada de captação de jovens brasileiros uma aposta da instituição, dadas as facilidades linguísticas.

Joaquim Mourato, presidente da instituição portuguesa e presidente do conselho coordenador dos institutos superiores politécnicos (CCISP), revela que o IPP reconhece que os estudantes brasileiros que têm condições para entrar no ensino superior no Brasil também reúnem condições para entrar nos cursos do politécnico de Portalegre.

“Estamos a trabalhar no sentido de num futuro próximo multiplicarmos este número por duas, três ou quatro vezes e sendo um dos mercados prioritários, o Brasil”, afirmou Joaquim Mourato.