Prémio Fundação Oriente 2019

Prémio Fundação Oriente 2019

O Prémio “Fundação Oriente” destina-se a incentivar e dinamizar a pesquisa, e a investigação científica na História, Artes, Letras e Ciências ligadas ao Mar, e à presença portuguesa na Ásia Oriental. O referido prémio, é constituído por um diploma e por uma quantia pecuniária no valor de 5.000€ (cinco mil euros).

Podem concorrer a este Prémio os cidadãos nacionais ou estrangeiros que apresentem trabalhos originais nos domínios referidos. Consideram-se originais os trabalhos inéditos ou cuja publicação tenha sido concluída no ano a que se refere o concurso ou, ainda, no ano anterior.

Os trabalhos apresentados a concurso devem dar entrada na Academia de Marinha até às 16h30 do dia 30 de setembro de 2019 (segunda-feira).

O Regulamento do Prémio está à disposição dos concorrentes no Portal da Academia de Marinha, com o seguinte endereço: http://academia.marinha.pt/pt/academiademarinha/Paginas/Legislacao.aspx

Para mais informações pode contatar diretamente a Academia pelas vias abaixo indicadas:
ACADEMIA DE MARINHA
Edifício da Marinha
Rua do Arsenal
1149-001 LTSBOA
Telef.: + 351 210 984 70*/9110
E-mail: academia.marinha@marinha.pt

XXIX Encontro da AULP, Lisboa, Portugal 2019

XXIX Encontro da AULP, Lisboa, Portugal 2019

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Instituição / Local: Instituto Politécnico de Lisboa
País: Portugal
Data de início: 2019-07-03
Data de fim: 2019-07-05

O XXIX Encontro da AULP irá realizar-se de 03 a 05 de julho de 2019 em Lisboa tendo como anfitrião o Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal.

 

Tema: Arte e Cultura na Identidade dos Povos

Subtemas:
Arte e Cultura
Saúde e Tecnologia
Educação e Coesão Social
Comunicação e Política

 

INFORMAÇÕES RELEVANTES

As inscrições decorrem até ao dia 3 de junho.
Os resumos das comunicações devem ser entregues via email (aulp@aulp.org) até à data limite de 10 de maio.
Notificação de aceitação a 22 de maio.
Submissão de artigos finais até 31 de maio.

 

CUSTOS DE INSCRIÇÃO

Conforme decisão do Conselho de Administração da AULP de 15 de julho de 2015 em Cabo Verde, as inscrições das participações individuais têm o valor de 250€, a efetuar para a AULP IBAN: PT50 0033 0000 0000 1669 974 39 BIC/SWIFT: BCOMPTPL do Banco Millennium BCP, Rua Castilho, 42, Galeria 44 B, 1250-071 – Lisboa – Portugal. A transferência deverá ser devidamente identificada.

Em conformidade com a decisão do Conselho de Administração da AULP de 29 de fevereiro de 2016 em Lisboa, aos membros titulares e associados é permitido até um máximo de três participações sem custo de inscrição.

Os membros titulares e associados com as quotas regularizadas podem solicitar a inscrição de mais dois estudantes sem qualquer custo.

A AULP conforme decisão do Conselho de Administração de 29 de fevereiro de 2016 em Lisboa, reserva-se o direito de solicitar o valor da inscrição aos membros titulares e associados que tenham a situação de quotas por regularizar.

Timor- Leste, A Presença Portuguesa desde a Reocupação à Invasão Indonésia (1945- 1975)

Timor- Leste, A Presença Portuguesa desde a Reocupação à Invasão Indonésia (1945- 1975)

A obra ‘Timor- Leste, A  presença portuguesa desde a reocupação à invasão Indonésia (1945- 1975)’, conta com a sua primeira edição publicada desde junho de 2018, pela Âncora Editora, sendo a mesma da autoria de Fernando Augusto de Figueiredo.

O autor da obra é Doutor em História, pela Faculdade de Letras de Universidade do Porto; assim como investigador no Centro de Estudos Históricos (CEH) da Universidade Nova de Lisboa, e do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CLEPUL). A juntar às atividades mencionadas, Fernando Augusto de Figueiredo conta ainda com inúmeras obras publicadas sobre Timor-Leste, incluindo-se nelas também artigos em livros e jornais portugueses e timorenses.

Nesta obra, podemos encontrar um registo monográfico da história, constituindo a continuação da obra ‘Timor: A Presença Portuguesa (1769- 1945)’, publicado em 2011. Nesse mesmo sentido, este estudo vem procurando informar sobre a presença portuguesa em Timor, entre a reocupação e a saída da administração do território (1945- 1975).

A descrição dos acontecimentos toma um rumo através de um enquadramento político no sistema colonial português, o relacionamento com dois países que impactaram a região (Indonésia e Austrália), assim como abordagens sobre administração, economia, finanças, obras públicas, transportes e comunicações, sempre a par da sociedade, instrução, religião, saúde e assistência social.

 

Revista Internacional em Língua Portuguesa – Normas de Publicação

Revista Internacional em Língua Portuguesa – Normas de Publicação

A Revista Internacional em Língua Portuguesa (RILP) surgiu como manifestação do desejo de interconhecimento e de intercâmbio de todos os que, na América, na Europa e na África falam português no seu quotidiano, e se preocupam com a sua utilização e o seu ensino. A revista surge como um modo de aproximar as culturas que na língua portuguesa encontram expressão, ou que a moldam para se exprimirem.

O Número Internacional Normalizado das Publicações em Série (ISSN) desta coleção é 2182-4452 (formato papel) e 2184-2043 (formato digital). A Revista Internacional em Língua Portuguesa (RILP) está indexada ao catálogo Latindex, Qualis/CAPES e European Reference Index for The Humanities and Social Sciences (ERIH PLUS) da European Science Foundation (ESF). A RILP está em avaliação nos catálogos da Scielo e Scopus.

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Normas de Publicação

Com uma tiragem semestral de 200 exemplares, e editada desde 1989, é uma publicação interdisciplinar da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) que circula a nível nacional e internacional, com especial destaque nos países de língua oficial portuguesa e Macau (RAEM), através das instituições de ensino superior membros da AULP e centros de investigação com interesse no domínio científico da revista.

Normas para Autores:

1. Os artigos submetidos a apreciação têm de ser originais e inéditos. Uma vez submetidos os artigos ao processo de avaliação da RILP, em momento algum poderão ser submetidos a outras revistas. Os textos têm de ser obrigatoriamente apresentados em língua portuguesa e devem respeitar as normas referentes ao acordo ortográfico de 2009.

2. Os artigos devem ter preferencialmente até 10.000 palavras, incluindo notas, bibliografia e quadros. Os textos devem ser entregues num documento em formato Word (ou compatível), conforme modelo-tipo (fornecido quando solicitado).

3. Os artigos devem ser acompanhados de um resumo de cerca de 150 palavras – com uma versão em português e outra em inglês – de quatro a seis palavras-chave e de um ficheiro em formato Word (ou compatível) com os dados de identificação do autor (instituição, categoria, áreas de especialização e elementos de contacto eletrónico).

4. As ilustrações, quadros, figuras e mapas deverão ser numerados e enviados em ficheiro à parte em formato jpeg ou png. O autor deve ainda indicar os locais onde os mesmos devem ser inseridos.

5. As citações de fontes alheias têm de respeitar a legislação em vigor relativa aos direitos de autor.

6. A RILP segue as normas de referenciação bibliográfica APA (American Psychological Association). As referências bibliográficas dos textos deverão ser inseridas no final do texto, respeitando as normas de citação, evitando as notas de rodapé.

7. Os textos submetidos serão, num primeiro momento, analisados pelo conselho editorial, podendo ser rejeitados ou submetidos a processo de arbitragem científica. Os artigos aceites serão, em seguida, submetidos a um ou dois árbitros, através de um sistema de revisão cega de pares. A decisão final sobre a publicação do artigo proposto, num dos números da RILP, será tomada pelos Coordenadores Editoriais, considerando os pareceres dos árbitros.

8. Os autores, individuais ou coletivos, dos artigos publicados conferem à RILP o exclusivo direito de publicação, podendo o artigo sofrer alterações e revisões de forma, ou propósito de adequá-lo ao estilo editorial da RILP.

9. Os autores, individuais ou coletivos, dos artigos publicados na RILP receberão dois exemplares da revista cada. A revista será disponibilizada em regime open access na plataforma www.rilp-aulp.org. Todos os artigos terão um número DOI (Digital Object Identifier) atribuído.

Declaração Princípios Éticos da RILP: http://aulp.org/node/114927
Submissão de artigos em: WWW.RILP-AULP.ORG
Para qualquer outra questão: RILP@AULP.ORG.

Declaração: Princípios Éticos da RILP

Declaração: Princípios Éticos da RILP

Declaração

Princípios Éticos

Do conjunto das atividades e objetivos na génese da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) destaca-se a criação, registo e edição de uma revista científica de reflexão, debate e divulgação da investigação interdisciplinar em língua portuguesa. Como parte deste objetivo, a AULP adota uma posição neutra sobre as questões tratadas na sua revista.

A Revista Internacional em Língua Portuguesa (RILP) é uma marca registada e uma publicação oficial de carácter científico da Associação das Universidades de Língua Portuguesa, criada em 1989, destinada à edição, circulação e publicitação de estudos e investigações académicas originais e inovadores de académicos e investigadores dos países de língua oficial portuguesa e Macau, RAEM China, aproximando as culturas que na língua portuguesa encontram expressão.

O ato de publicar um artigo numa revista académica revista por pares envolve várias partes, obrigadas a cumprir os padrões éticos esperados em todas as etapas do processo. A AULP está empenhado em atender e manter esses padrões de comportamento ético em todas as etapas do processo de publicação.

De acordo com o artigo n.º 17 da Lei de Imprensa (Lei n.º 2/99, de 13 de janeiro), comprometemo-nos a garantir o respeito dos princípios deontológicos e a ética profissional do trabalho de investigação, bem como zelar pela boa-fé dos leitores. A Revista Internacional em Língua Portuguesa é registada na Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), com o número 123241.

Acompanhamos as práticas das organizações da área, como o Committee on Publication Ethics (COPE), que estabelece as diretrizes de boas práticas de publicação, cumprindo os requisitos de Publication Ethics and Malpractice Statement (PEMS). Deste modo, editores, revisores e autores devem estar cientes dos princípios éticos que se seguem.

 

1. Princípios éticos

Responsabilidades dos editores

  • Atuar de forma equilibrada, objetiva e justa na realização dos deveres esperados, sem discriminação com base no género, orientação sexual, crenças religiosas ou políticas, origem étnica ou geográfica dos autores.
  • Tratar todos os documentos apresentados como confidenciais.
  • Adotar e seguir procedimentos razoáveis em caso de queixa de natureza ética ou de conflito. Dar aos autores oportunidade para responder a qualquer reclamação. Todas as queixas devem ser investigadas, independentemente de quando a publicação original foi aprovada. A documentação associada a tais reclamações deve ser mantida.

Responsabilidades dos revisores

  • Contribuir para o processo de tomada de decisão e ajudar a melhorar a qualidade do documento publicado, revendo o manuscrito de forma objetiva, em tempo útil.
  • Manter a confidencialidade de qualquer informação fornecida pelo editor ou autor. Não reter ou copiar o manuscrito.
  • Alertar o editor sobre qualquer conteúdo publicado ou apresentado que seja substancialmente semelhante ao que está em análise.
  • Ter em consideração quaisquer possíveis conflitos de interesse (relações financeiras, institucionais, colaborativas ou outras relações entre o revisor e o autor) e alertar o editor para estes, se necessário retirar seus serviços para esse manuscrito.

Responsabilidades dos autores

  • Manter registos precisos de dados associados ao manuscrito apresentado, e fornecer ou providenciar acesso a esses dados, sob solicitação.
  • Confirmar/afirmar que o manuscrito apresentado não está em consideração ou foi aceite para publicação noutro lugar. Onde partes do conteúdo se sobrepõem ao conteúdo publicado ou apresentado, deve reconhecer e citar essas fontes. Além disso, fornecer ao editor uma cópia de qualquer manuscrito enviado que possa conter conteúdo sobreposto ou intimamente relacionado.
  • Confirmar que todo o trabalho no manuscrito apresentado é original e reconhecer e citar conteúdo reproduzido de outras fontes. Obter permissão para reproduzir qualquer conteúdo de outras fontes.
  • Declarar eventuais conflitos de interesse (por exemplo, onde o autor tem um interesse concorrente que pode ser considerado ou visto como exercendo uma influência indevida nas suas funções em qualquer fase do processo de publicação).
  • Notificar prontamente o editor ou o proprietário da revista se um erro significativo na sua publicação for identificado. Cooperar com o editor e o proprietário para a publicação de uma errata, adenda, ou para retrair o artigo, onde for considerado necessário.

Responsabilidades do editor

  • A Associação das Universidades de Língua Portuguesa deve assegurar que as boas práticas são mantidas à luz das normas descritas acima.

2. Procedimentos para lidar com más práticas

Identificação de más práticas

  • As más práticas e os comportamentos não éticos podem ser identificados e levados à atenção do editor e do proprietário a qualquer momento, por qualquer pessoa.
  • As más práticas e os comportamentos não éticos podem incluir, mas não são limitados a, exemplos como os descritos acima.
  • Quem informar o editor ou o proprietário de tal conduta deve fornecer informações e provas suficientes para que uma investigação seja iniciada. Todas as alegações devem ser realizadas de forma séria e tratadas da mesma forma, até que uma decisão ou conclusão seja alcançada.

Investigação de más práticas

  • A decisão deve ser tomada pelo editor, a Associação das Universidades de Língua Portuguesa.
  • Provas devem ser reunidas, evitando a divulgação de alegações a entidades além das indispensáveis.

Infração leve

  • A infração leve pode ser tratada sem a necessidade de consulta de entidades terceiras. Em qualquer caso, o autor deve ter a oportunidade de responder a quaisquer alegações.

Infração grave

  • A infração grave pode exigir que a entidade patronal do acusado seja notificada. A Associação das Universidades de Língua Portuguesa deve tomar a decisão de envolver ou não a instituição, quer examinando as provas disponíveis ou consultando posteriormente peritos sobre a matéria.

Sanções (em ordem crescente de gravidade, podem ser aplicados separadamente ou em conjunto)

  • Informar ou instruir o autor ou o revisor onde se verificar um mal-entendido ou uma aplicação incorreta de padrões aceitáveis.
  • Uma carta ao autor ou ao revisor aclarando a má prática e servindo de aviso para comportamentos futuros.
  • Publicação de um aviso de publicação redundante ou plágio.
  • Publicação de um editorial detalhando a má prática.
  • Uma carta formal ao chefe do departamento do autor ou do revisor ou agência de financiamento.
  • Imposição de um embargo formal às contribuições do indivíduo responsável pela má prática, por um período determinado.
  • Recuo formal ou retirada da publicação da revista.
  • Reportar o caso a uma organização profissional ou autoridade superior para investigação exaustiva.