A praxe, que tem como objetivo integrar todos os anos os alunos mais novos das universidades e politécnicos, começa a ser vista como um meio para levar a cabo iniciativas de solidariedade social.
As associações académicas, comissões de praxe e conselhos de veteranos necessitaram apenas de aproveitar a mão-de-obra disponível para as atividades tradicionais da praxe.
Foram vários os exemplos. Na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, realizaram-se ações de limpeza, angariação de alimentos e animações pelos alunos de teatro para a Associação de Paralisia Cerebral.
Na Universidade de Lisboa, os novos alunos pintaram as paredes da capela, da escola primária, dos balneários e o centro de saúde da Ajuda.
Os novos alunos da Universidade Católica de Lisboa sguiram o mesmo exemplo e dedicaram-se à pintura das paredes da Fundação Ester Janz.
Os veteranos acreditam que praxe existe pela necessidade de integrar os estudantes num ambiente mais fraterno e preocupado com a sociedade que os rodeia. Uma forma eficaz de difundir o espírito de entreajuda e partilha e para quem vê, um exemplo a seguir.
(Foto: Diário do Alto Tâmega e Barroso / Alunos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro)



