
O Governo português avançou com o projeto de Estatuto do Estudante Internacional, que prevê um regime especial para estes estudantes, a concretizar em 2014, autorizando universidades e politécnicos a criarem até mais vinte por cento de vagas para esse efeito. O diploma aplica-se tanto ao sector público como ao privado.
Fora deste regime ficam os alunos de programas curtos, como o Erasmus, todos os alunos comunitários, que pagam propinas, e alunos de países da CPLP para os quais, serão criadas condições especiais.
A captação de estudantes internacionais permite novas receitas próprias que as instituições poderão aplicar no reforço da qualidade e na diversificação do ensino e provocar um impato positivo na economia.
As instituições de ensino superior portuguesas têm vindo a atrair um número crescente de estudantes internacionais, seja em programas de mobilidade e intercâmbio, seja através do regime geral de acesso. Uma tendência que contribuiu a qualidade e prestígio da formação ministrada pelas instituições.



